Auto-Tune é um processador de áudio criado pela empresa Antares Audio Technologies em 1994, que usa uma matriz sonora para corrigir as performances no vocal e instrumental. Ela é usada para disfarçar imprecisões e erros, e permitiu que muitos artistas a produzir mais precisamente suas musicas.
Além de ser utilizado para mudar sutilmente a altura do som, com alguns ajustes, pode ser usado como um efeito deliberadamente preparado para distorcer a voz humana.
Sim, peguei a definição do Wikipédia, me pareceu bem clara e explicativa…
Bom, o Auto Tune pode ser chamado de um PlayBack menos polêmico, e é muito usado no Pop e Hip Hop. Ficou famoso após ser usado na música Believe de Cher e o Rapper T-Pain popularizou nos dias atuais. È usado, como diz na definição, para corrigir erros de apresentações ao vivo, e sim, existem artistas country que o fazem…
Nomes como Faith Hill, Tim McGraw, Reba McEntire, Rascall Flatts e Sara Evans admitiram o uso do recurso na desculpa de obter uma apresentação de maior qualidade. Já outros artistas como Loretta Lynn, Trisha Yearwood, Garth Brooks, Martina McBride e Vince Gill recusaram o uso de tal efeito, pois resulta na perda da originalidade da apresentação.
O Auto-Tune, como o Playback e qualquer recurso musical que substitua a voz de um cantor ao vivo, causa muita polêmica. O primeiro single do álbum The Blueprint 3 do rapper Jay-Z é “D.O.A. (Death of Autotune)” (Morte ao Auto-Tune) e existe uma campanha, The Anti-Auto-Tune Movement (O Movimento Anti Auto-Tune), que é contra o uso do recurso em álbuns e apresentações.
Fonte: Country Music Brasil Wordpress